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segunda-feira, 28 de março de 2011

rima lombrada ou lombra rimada?

Sou um a toa viajante
Das ruas e lugares
Entre mundos e pessoas
Por tristezas e agonias
Nos infindáveis dias de calor
Onde o sol bate no rosto
E o suor mostra o seu gosto salgado na boca de quem corre
Atrás de algo que nos foge
Sem saber se esta sendo seguido
Não olha para trás, desconhece o perigo
Dos passos dados e das escolhas feitas
Nas encruzilhada todos perdem a receita
De uma sabia decisão
Então feche os olhos e corra com o seu coração
Escute a sua batida, tão potente quando a de um tambor
Que eco pelos carnavais, escondendo toda a dor
Das ilusões passadas e das cartas marcadas
Das respostas atrasadas e das palavras erradas
Que falamos para que mais amamos
Mais o amor quando mais forte sempre perdoa
Pois a solidão é para poucos
Geralmente para poetas, por ai soltos
A toa no mundo, viajantes de ruas e pessoas
Com uma caneta e imaginação louca
Por amores não existentes
São presos pelas correntes
Do amor maior
E por isso são julgados
Mas nem todos são culpados.

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Sombras